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O pipilar da gaivota...

Fala mais alto quem gere o silêncio-"Bragadaluz"

O pipilar da gaivota...

Fala mais alto quem gere o silêncio-"Bragadaluz"

Quem sou eu - Partes de Vida - Clips e Alfinetes

10.06.21, Bragadaluz
“Clips e Alfinetes, não vão à mesa do Rei. Fardas e mandaretes são coisas reles, eu sei.” Que o Rodrigo me desculpe por utilizar os versos em metáfora para início desta história, em jeito de conversa ou vice-versa. Na minha alegre vivência, de quem tem 14 anos, e no do dia-a-dia de paquete ou mandarete, lá ia resolvendo as pequenas tarefas que me eram solicitadas, mormente transportando correio interno entre secções, correndo e saltando pelas escadas de serviço (raramente (...)

A Viagem

17.05.21, Bragadaluz
Tinha chegado o momento de levantar o carro, onde estivera para uma manutenção, previamente avisada pelo sistema de bordo e que eu marcara em oficina concessionada. Quando deixei o carro, fiz tristonho a pé o caminho de casa, em 3156 passos medidos pela App do relógio de pulso, ofertado, num ano transato. Agora, de tarde, faria o mesmo caminho, inverso. Só que, há sempre um que, no preciso momento que passava junto à paragem de um autocarro cuja carreira transita perto da oficina, (...)

Quem sou eu – Partes de Vida

Cheque à volta

04.05.21, Bragadaluz
Continuando na senda do post - Quem sou eu – Partes de vida, - https://bragadaluz.blogs.sapo.pt/4911.html , relembro a forma artística de como se contornavam, manualmente, as necessidades administrativas e processuais do que mandava a boa técnica bancária nos idos 60’s e 70’s. O pagamento dos cheques era efectuado, como hoje e bem, após confirmação, da identificação por documento oficial e presencial do (...)

O meu caminho da baixa

25.04.21, Bragadaluz
Sem fazer, quase sempre, o mesmo trajeto, transitei a pé, durante mais de 40 anos, o percurso entre as casas onde morei (Sé, M Moniz e Campo de Sant'ana) e o banco onde trabalhei desde 1963, saboreando ora o cheiro das castanhas assadas, ou o odor das flores expostas para venda pelas floristas nos quiosques, estrategicamente colocadas do Rossio, virados a sul para as ruas principais Augusta e Áurea, ora a música a fado na Rua do Carmo ou as centenas de montras com as mais diversas (...)

O Meu Jardim

15.03.21, Bragadaluz
Até ser jovenzito e os meus pais terem mudado de casa, foi por este Jardim de Júlio de Castilho – tem o seu busto erguido no meio do jardim - mais conhecido como Miradouro de Stª Luzia, em honra da Igreja (para mim mais capela que igreja, onde fiz a minha Comunhão Solene e Profissão de Fé cimentada na catequese da Igreja de S. Tiago)  que lhe empresta parte do nome, (na verdade o nome é Igreja de Stª Luzia e de S. Bráz, tendo sido erigida no reinado de D. Afonso Henriques e (...)

A Minha Rua

01.03.21, Bragadaluz
Esta é a minha Rua. Nada de novo, até porque muito boa gente costuma escrever sobre a sua Rua; pois sim, mas esta é a Minha Rua, onde cresci e conhecia toda a gente; aliás toda a gente me conhecia. Este é o cruzamento da Minha Rua de Augusto Rosa (antiga Rua do Arco do Limoeiro) em meados do Século passado, com a Rua da Saudade, (ainda sem as escavações do Teatro Romano) onde moraram Fernando Tordo e Ary dos Santos depois do 25/A. Ao cimo do gradeamento que separa as duas ruas (ao (...)

O Canário

18.02.21, Bragadaluz
De flauta, amarelo e amigo,  A poupa encimada era abrigo,  Quando cantava comigo,  A música que não desligo. Por toda a casa era alegria,  Que a tornava menos fria.  Eu ali sentado sorria,  Ele sabia o que valia. Saia, se queria, da gaiola.  Com a música na sacola,  Assobiava em pianola  Quem sabe como vitrola. De manhã era o farol  Melhor que o rouxinol.  Rodava como o girassol  Raiava na luz do o sol. A cantar era feliz  E eu apenas aprendiz  Bebia nesse chafariz  Nem (...)

Namoro Eterno

14.02.21, Bragadaluz
Nó de nuvens brancas enaltece o dia Ante o esboço de corações laçados. Mantendo o sol que espalha alegria, O dever do homem é seguir em frente, Radiante no destino que o guia.  O amor, tu e eu nos damos preservados,  Onde e sempre que julgado deferente.   E assistindo os teus lindos lábios coloridos  Tanto pode a força desumana, resistindo  Enquanto, cândida, descansas no céu o olhar  Reencarno no amor a poesia dos sentidos. Não invento na memória, a ciência; Olho o (...)

Eu tive um sonho …

09.02.21, Bragadaluz
Sim, sim, também sonho, embora não seja nada parecido com os grandes estadistas quando tentam projetar a evolução da sociedade, com melhoria das condições de vida das populações e outras coisas. Mas talvez eu tenha tido algo mais parecido com um pesadelo, senão vejamos: Sonhei que me tinham roubado, imagine-se, os sacos de água quente; talvez por isso tenha sido mais um pesadelo que um sonho; é que nestes dias frios, invernosos e chuvosos de pandemia em que estamos confinados, (...)

Diário - Dia de Eleições Presidenciais

29.01.21, Bragadaluz
Há quase um ano que estamos confinados, (desde 10mar2020) com altos e baixos, é verdade, mas confinados; uns com Teletrabalho ou trabalho remoto, como quiserem chamar-lhe, e outros, os que por via das suas tarefas profissionais assim não se coadunam, seguem o habitual caminho das pedras para ação laboral presencial nas instalações determinadas pela entidade patronal. Eu lembro-me perfeitamente quando me confinei – julgo que tenha sido o primeiro a informar a DRH de que iria tomar (...)